|
Templo do periodo românico, pertenceu ao primeiro convento de Clunny em Portugal. Foi alvo de várias obras nos sécs. XVII e XVIII, tendo sido restaurado em 1940. Era um ponto de passagem de uma via romana, e aí começa um dos trilhos dos caminho de Santiago em Portugal. No livro «As Mais Belas Vilas e Aldeias de Portugal», é descrita como uma das mais formosas povoações portuguesas. |
||||||
![]() |
||||||
![]() |
||||||
| São Pedro de Rates é uma vila histórica com cerca de 2500 habitantes. O topónimo e a localidade de Rates (do termo Ratis) parece ser anterior à romanização. Rates desenvolveu-se graças ao mosteiro fundado pelo Conde D. Henrique em 1100. É uma paróquia antiga referida no século XI com o título "De Sancto Petro de Ratis". No ínicio do século XVI, o mosteiro desorganizou-se o que levou a que em 1517 tenha sido extinto e transformado em Comenda da Ordem de Cristo. O primeiro titular da Comenda foi Tomé de Sousa, natural desta terra e primeiro governador-geral do Brasil, a ele se segue uma longa lista de comendadores e comendadeiras. Não se conhece foral velho, mas era já concelho no século XIII. Em 1517, o rei D. Manuel I renova o foral ao Couto da Vila e ao Mosteiro. Com as reformas liberais, o concelho é extinto em 1836 e passa a integrar o concelho da Póvoa de Varzim. Era constituído apenas pela freguesia da sede e tinha, em 1801, 709 habitantes. Em lembrança desse passado municipal, ainda hoje subsiste a Casa dos Paços do Concelho (1755) e o Pelourinho (século XVI). Em 1993, é restaurado o estatuto de vila, sob o nome de São Pedro de Rates, essencialmente por motivos históricos. |
||||||
