A fundação da vila remonta aos séc. XII-XIII e a partir de uma torremandada construir por um Mendo que orginou o nome Mem Corvo. A fixação da população terá que ver com a procura de proteção a uma casa de um rico proprietário. Existe uma outra teoria acerca do nome relacionada comum montedos Corvos.

Distinguem-se dois traçados distintos na malha desta cidade; um a norte da Praça da República onde existiu a muralha e Castelo, com uma malha quase ortogonal típica do ordenamento militar. A outra concentrica em que varios "caminhos" vão dar na Praça da Republica, parte actual do centro historico. São entradas e saidas da cidade para Freixo de Espada à Cinta (R.Visconde Vila Maior), V.N.Foz Coa ( Av.Duarte Pacheco) e para norte pela rua que desce circundando a antiga muralha.A vila-fortaleza ergueu-se aqui no reinado de D.DInis, que procurou reforçar a linha fronteiriça à região do Riba-Côa, disputada pelos portugueses e leoneses desde o tempo de D.Afonso Henriques. A sua importância veio a revelarse decisiva nas guerras que na segunda metade do século XIV, opuseram Portugal e Castela (guerras fernandinas e Guerra da Independencia).É bem provavel que se realizasse a importante feira criada por D.Dinis em 1319, que atraía forasteiros de todo o norte e de Castela. Durava um mês, começando 15 dias antes da Pascoa. Actualmente as festas decorrem entre 13 e 17 de Agosto.Todo o concelho de Moncorvo apresenta vestígios de uma intensa ocupação humana desde o neolítico. Os vestígios de povoados e castrejos da Idade do Bronze abundam (Castelo da Mina ; Sra. do Castelo dos Urros, Sra. do Castelo de Adeganha etc.).

Torre de Moncorvo